• Cinquenta Tons de Cinza; O SEXO NÃO TEM REGRAS

    por  • 13 de agosto de 2012 • Cinquenta tons de cinza • 2 Comentários

    Cinquenta Tons de Cinza; O SEXO NÃO TEM REGRAS

    Iniciada como uma brincadeira na internet, a trilogia Cinquenta Tons de Cinza , da inglesa E.L. James, virou um fenômeno ao combinar romantismo com sadomasoquismo

    Mais de 20 milhões de exemplares já vendidos nos Estados Unidos, outros 10 milhões nos demais países de língua inglesa, 500 000 na Alemanha em apenas cinco dias, dezenas de milhares de cópias voando das prateleiras no Brasil, desde a semana passada: a trilogia Cinquenta Tons de Cinza, da inglesa E.L. James, é um fenômeno inqualificável.

    Escrita em prosa simples e não muito sofisticada, a história de como o jovem milionário Christian Grey se apaixona pela estudante virgem Anastasia — ou Ana — Steele é um romance tão descabelado quanto a criação que a inspirou, a série  adolescente Crepúsculo — exceto pelo fato de que Christian e Ana protagonizam cenas vívidas de sadomasoquismo, descritas em pormenores.

    A combinação curiosa deu até origem a um novo termo, mommy porn, ou “pornô para mamães”. Vai também virar filme, sob supervisão da autora — uma londrina de seus 40 e tantos anos, filha de chilena e escocês, muito simpática e falante.

    Casada e mãe de dois adolescentes, Erika Leonard fala de como foi pega de surpresa pelo sucesso do livro Cinquenta Tons de Cinza, das reviravoltas em sua vida e, claro, de sexo.

    50 tons de cinza

    a trilogia Cinquenta Tons de Cinza, da inglesa E.L. James, é um fenômeno inqualificável.

    Cinquenta Tons de Cinza; O SEXO NÃO TEM REGRAS

    2 As respostas ao Cinquenta Tons de Cinza; O SEXO NÃO TEM REGRAS

    1. 18 de setembro de 2012 at 18:40

      Uma coincidência. Eu estava muito infeliz no último emprego — e, no mesmo momento, vi por acaso o primeiro filme da série Crepúsculo. Adorei. Pedi então ao meu marido que me desse o livro como presente de Natal. Ele me deu a série toda, e eu a li inteirinha, de cabo a rabo, em cinco dias. Antes do Ano-Novo já tinha terminado — e só não a recomecei do início imediatamente porque me sentei ao computador e comecei a escrever. Foi como se alguém tivesse acionado um interruptor em mim.

    2. silmara
      2 de março de 2013 at 01:07

      eu adorei os livros..é adoraria brincar assim tbem..

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