• BDSM: Dominação e submissão sexuais.

    por  • 18 de dezembro de 2012 • Cinquenta tons de cinza, Dicas da Alizée • 0 Comentarios

    BDSM: Dominação e submissão sexuais.

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    Desequilíbrio de poder que pode ou não se restringir ao ambiente do quarto e um ingrediente importante da pratica BDSM, com um parceiro desempenhado o papel de dominador, e o outro de submisso. Um desequilíbrio declarada e consensual de poder e diferente do abuso do poder, e muitos dominadores se deleita na liberdade e na autoridade de controlar as atividades eróticas dos seus parceiros.

    Da mesma forma os submissos adoram o abandono sexual que vem com a perda do controle do seu corpo e suas acoes. Há um erotismo intenso e animal que acompanha tal vulnerabilidade. Para muitos homens e mulheres, esse tipe de pratica e a única oportunidade que tem na vida de experimentar a sensação de tomar o poder ou abrir mão dele e desfrutar de seus desejos e fantasias sexuais livremente; entretanto os praticantes devem aderir a doutrina BDSM da atividade sexual seguro, saudável e consensual.

    Dominadores masculinos geralmente são chamados de Dom ou Mestre, e as femininas de Domme ou Dominatrix. Já os submissos podem se chamados Servo, Escravo ou Bicho de estimação. Enquanto alguns casais curtem tais titulas honoríficos ou fantasiosos, muitos casais comuns mergulharam no BDSM preferem brincar com os poderes dinâmicos sem esses rótulos. Os níveis em que um casal incorpora as convenções e os conceitos BDSM e seu relacionamento e algo pessoal. Devem ser moldados para suas preferencias e sensibilidades particulares.

    Os casais também devem decidir sobre os “limites” só seu jogo de poder e da cena BDSM.

    O que e proibido no BDSM? Quais são as preferencias? O que da para negociar? O BDSM geralmente defini com “ limites duros” as atividades estritamente fora dos limites, enquanto “limites brandos” são atividades que alguns farão ou receberão a seu critério ou quando muito excitados. O limite positivo e uma preferencia particular de um dos parceiros, uma atividade que ela sempre pede, quer seja dominador ou submisso. Um limite de tempo também pode ser estabelecido, gerando em torno de dez minutos ate um fim de semana inteiro.

    Comunicação e essencial para uma pratica BDSM segura, consensual e respeitosa. Uma vez que esse tipo de atividade sexual envolve elementos de resistência os casais tem de escolher “uma palavra de segurança”. Deve ser uma palavra ou uma frase determinada que o submisso possa pronunciar para interromper imediata a pratica. Alguns submisso podem também ter uma palavra de alerta para indicar que a pratica esta se aproximando de um limite físico ou moral, instruindo assim o dominador a tomar outro rumo.

    Os casais podem fazer dessa pré-produção uma brincadeira, trocando fantasias sexuais sobre a experiencia BDSM que desejam ter, incluindo as expectativas de ambos. Essa e uma aproximação divertida para responder algumas perguntas importantes e para ter insights vitais sobre os desejos, expectativas e limites do outro. Quando aninhados na cama, um parceiro pode desafiar o outro a inventar uma historia erótica para uma cena BDSM. Outra possibilidade e escrever um historia no computador, criando uma narrativa suculenta de literatura erótica, ao mesmo tempo informativa e exitante.

    E essencial que os parceiros compreendam o que agrada a ambos no quesito submissão e dominação, bem como o que não agrada.

    BDSM: Dominação e submissão sexuais.

    Debra Macleod & Don Macleod.

    Cinquenta tons na Prática.

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